Na superfície mais áspera um poço
Despe suas entranhas de miragem
Fruto e raíz do eco
Oferta-se ao que reverbere em sacrifício
Designa às rugas de sua origem que
Dobrem à chegada de qualquer transeunte:
Raros intangibilizam o poço
São incapazes de extraí-lo
De por entre os espinhos
Um poço do avesso gritando ensurdece
Os que propectá-lo almejam
Uma exposição – Ismael Nery, Pinacoteca. Outra – Tatiana Blass, Tomie
Ohtake. Uma entrevista – Silvester Stalone no The Daily. Uma conversa em
duas partes ...

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