Giz cinza pelas frestas
Se alastra como fios
De assalto toma-as
Quão precisas as portas
Interpela em quiálteras
De par em par
Tochas e ancinhos são cortinas
Não interrompem
Na categoria de elefantes
Vence alpes não morre
À míngua nos pântanos
A salvo à margem sextina-se
Pulula a esmo sabedor
De ambas as direções de cada reentrância
Por ínfimas mais berrantes
Holofotes velhos cuja luz
Vermelha escorre subretícia
Dissemina solene sustido pelas ventas
Por horda de mosquitos capilar
– Meu novo livro, Verão na Névoa, misto de ensaio e memória, sai no fim de
abril pela Companhia das Letras e já está em pré-venda. O lançamento em São
Paul...

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