A verdade do poeta é bem outra
Preclara e anônima
Arredia
Confinada num armário
Se dilui por entre as pessoas
Escorre e não é detectada
Cumpre desencrustrar
espremer
Abatê-la e olhar através
De seus olhos de vidro
Por entre as reentrâncias
Tanto do orifício quanto
Do promontório
Às custas da multidão não sabendo
– Neste sábado, 22/8, às 17h30, participo com Agata Passent de uma mesa no
festival de Sopot, na Polônia. – Solução de dois Estados está entre os 25
melhor...

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