O primeiro onipotente dia
Dela como motorista
Coincidiu com um meu dia
Comum insuperável que não termina
Choque de sensibilidades
De final de jornada
Quando a alma já está cansada do corpo
Me buzinou duas vezes como
Fizeram com ela
Eu que não tinha nada a ver e
Tudo para superar de desgaste
Uma exposição em Buenos Aires – Olga de Amaral, Malba. Outra – Argentina x
Espanha, Bellas Artes. Uma em SP – Pedro Paulo Leal, Pinacoteca. Uma
montagem – ...

Um comentário:
Eu sinto, muitas vezes, que o meu dia nunca termina, nem mesmo quando o sono me arranca da noite e me faz acordar num outro dia.
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