25, 23, no batalhão dos meus gestos
enfileirados lê-se
sou eu aqui, assinalado
de mãos dadas a alguém com
um xis sobre a cabeça
me apontando
no batalhão das minhas palavras
existe uma singela/solene
que me mostra apontando
sendo essa hora a de atirar e de receber o tiro
no peito para ver se os dedos trepidam
de novo,
é bom deixar claro, que na falta
da palavra me perdi no labirinto de estruturas
Era uma vez uma promessa, promessa de riquezas, de paz, de poder de consumo.
Maria finalmente ia ter o que merecia, *tudo do bom e do melhor*.
Ela e os 4...

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