25, 23, no batalhão dos meus gestos
enfileirados lê-se
sou eu aqui, assinalado
de mãos dadas a alguém com
um xis sobre a cabeça
me apontando
no batalhão das minhas palavras
existe uma singela/solene
que me mostra apontando
sendo essa hora a de atirar e de receber o tiro
no peito para ver se os dedos trepidam
de novo,
é bom deixar claro, que na falta
da palavra me perdi no labirinto de estruturas
Um artigo – Rachel Aviv sobre Oliver Sacks (aqui). Um disco – Michelangelo
Dying, Cate Le Bon. Um filme ok – Smashing Machine, Bennie Safdie. Uma
exposição...

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