Queria saber fazer sem querer
Para que não jogassem em mim
A culpa
Sem premeditar predenter
alcançar
Para que me jogasse a um vórtice
De tudo o que ainda escreverei
o que é diametralmente oposto
A tudo que senti
O vórtice é um cúmulo
Um ponto a que tudo conflui
Por inércia
E assim é O tudo
Que seria nada não fossem
Os encontros pregressos que levaram ali
Desavisados soubemos disso
Mas ignoramos de propósito,
Para seguir vivendo
Um disco – Spontaneus Music Live, SML. Um disco de 1976 – Cat, Hiroshi
Suzuki. Um filme – Em Trânsito, Christian Petzold. Outro – Nouvelle Vague,
Richard L...

Nenhum comentário:
Postar um comentário