Jogando xadrez com mãos trementes
O cérebro tremeluzindo se atendo a um resquício
E um tremendo peão obstrui o caminho
Frente a frente -e não lado a lado, repito-
Encarando pouco e marcando o tempo
De cada jogada
Nenhum jogador é muito bom ali porque
tem bem pouco planejado
Quer-se bem poucas vitórias e por isso segue lenta
A partida, seja lá qual é o rumo que toma
Meu novo livro, Verão na Névoa, meu primeiro de não-ficção, acaba de sair
pela Companhia das Letras e está à venda em todas as livrarias e sites.
Sinopse: ...

Nenhum comentário:
Postar um comentário