A verdade do poeta é bem outra
Preclara e anônima
Arredia
Confinada num armário
Se dilui por entre as pessoas
Escorre e não é detectada
Cumpre desencrustrar
espremer
Abatê-la e olhar através
De seus olhos de vidro
Por entre as reentrâncias
Tanto do orifício quanto
Do promontório
Às custas da multidão não sabendo
Era uma vez uma promessa, promessa de riquezas, de paz, de poder de consumo.
Maria finalmente ia ter o que merecia, *tudo do bom e do melhor*.
Ela e os 4...

Nenhum comentário:
Postar um comentário