Mãos de pianista sobre teclas invisíveis
Desenham a partitura do que é
Ser, como eu,
Besouros que espatifam
Contra luminárias
Essas mãos regentes a urdir,
Em suma,
A orquestra desafinada do que sinto
Metais afiados contra cordas
Que enforcam o do oboé
Em nome
Por ordem
Das mãos de pianista
Quando minhas quiálteras
Saem tortas
Se não consigo atingir certas notas
Porque entro no contra-pé
Da valsa
É porque estou sendo
Manipulado
Digitais nas teclas não me enganam
Era uma vez uma promessa, promessa de riquezas, de paz, de poder de consumo.
Maria finalmente ia ter o que merecia, *tudo do bom e do melhor*.
Ela e os 4...

Nenhum comentário:
Postar um comentário