A poesia é a forma de traçar
Na areia deste deserto em que vivo
Teu nome, as infinitas vezes
Que o que sinto me obrigar
É como disfarço,
Remetendo aos poucos
O que retém minha atenção
O dia sem os olhos da poesia se arrasta
Enquanto escrevo/escondo
O grito
A ecoar nestas páginas, em
Meus ossos e em tudo o que faço
Um artigo – Rachel Aviv sobre Oliver Sacks (aqui). Um disco – Michelangelo
Dying, Cate Le Bon. Um filme ok – Smashing Machine, Bennie Safdie. Uma
exposição...

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