nuvens: versos brancos arranham de raspão não o céu
rimas imperfeitas entre si assimétricas malabares na rua deserta
um quarto entupido de gatos se deslocando com o vento
encima da pia no parapeito das janelas debaixo das camas
nos corredores e nas luminárias sob papéis em gavetas
nos olhos que mudam de cor pela posição de sol
na voz cansada que não muda de tom não modula
Era uma vez uma promessa, promessa de riquezas, de paz, de poder de consumo.
Maria finalmente ia ter o que merecia, *tudo do bom e do melhor*.
Ela e os 4...

Um comentário:
Ainda bem que você me lembra sem querer lembrar o que eu tinha pra te dizer mas por falta de meios não digo. Estou gostando de gatos.
Postar um comentário