chuva na sua fachada branca
sulcos na pele deste sobrado
duas janelas cabisbaixas, po
rta trêmula escorrem gotas a
os poucos evitam contempla
r uma pinta veias singelas inu
ndadas depois de tanta conv
ersa que serviu para tão pou
co chuva nos vidros no rímel
não posso mais secar ao sol
Era uma vez uma promessa, promessa de riquezas, de paz, de poder de consumo.
Maria finalmente ia ter o que merecia, *tudo do bom e do melhor*.
Ela e os 4...

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