Queria saber fazer sem querer
Para que não jogassem em mim
A culpa
Sem premeditar predenter
alcançar
Para que me jogasse a um vórtice
De tudo o que ainda escreverei
o que é diametralmente oposto
A tudo que senti
O vórtice é um cúmulo
Um ponto a que tudo conflui
Por inércia
E assim é O tudo
Que seria nada não fossem
Os encontros pregressos que levaram ali
Desavisados soubemos disso
Mas ignoramos de propósito,
Para seguir vivendo
Um artigo – Rachel Aviv sobre Oliver Sacks (aqui). Um disco – Michelangelo
Dying, Cate Le Bon. Um filme ok – Smashing Machine, Bennie Safdie. Uma
exposição...

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