Lágrimas são cascatas da terra
de ninguém cuja sombra recusa
terminantemente projetar um cé
u na pele dos estrangeiros que n
ão creêm numa divindade cega a
dvinda às vezes de uma esfera q
ue paira sobre o toldo excrescente
montado em dois segundos sobre a
torre do jardim dos nenúfares branco
s que o alferes sandeu rega quando está
de mal-humor acamado por doença grav
e nas articulações inferior esquerda espec
ular e inferior direita perifrástica diatópica
da sessão a boroeste dos ventos arrasan
tes das costas de gaivotas roucas de ba
rracas flácidas acres cujas lágrimas são
Era uma vez uma promessa, promessa de riquezas, de paz, de poder de consumo.
Maria finalmente ia ter o que merecia, *tudo do bom e do melhor*.
Ela e os 4...

Nenhum comentário:
Postar um comentário