Este poema é breve porque sei
que me espera nada
chaleiras apitam à passagem dos fios
cortados do que fui
com lágrimas de vapor prenunciam minha urgência
de marionete
em articular
por impostação fazer crer que sou
que penso escrevo e logo insisto
a luz do palco me cega
mudo não comunico com o zunido surdo
do que implora para ser escrito
descrito
transcrito
proscrito
subscrito
Era uma vez uma promessa, promessa de riquezas, de paz, de poder de consumo.
Maria finalmente ia ter o que merecia, *tudo do bom e do melhor*.
Ela e os 4...

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